SAÚDE DOS COLABORADORES

MALÁRIA E GRIPE ENTRE AS DOENÇAS FREQUENTES

 

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Amâncio Pinto de Oliveira, médico de empresa
 
Mais de mil e quinhentas pessoas foram atendidas durante o primeiro semestre deste ano, no posto médico da empresa Águas da Região de Maputo (AdeM), que constitui uma referência no que diz respeito à prestação de cuidados médicos e ao bem-estar dos colaboradores.
Deste número, novecentos e dezanove são colaboradores, cento e onze reformados, quatrocentos e vinte e quatro familiares e oitenta e cinco crianças, com mais de cinco anos de idade.
Dados comparativos indicam que, a cifra representa uma diminuição em duzentos e um casos, o número total de colaboradores, reformados, familiares e crianças atendidas no Posto Medico da AdeM em igual período de 2016.
O médico da empresa, Amâncio Pinto de Oliveira, explicou à nossa equipa de reportagem que o posto médico da AdeM atende, em média diária, pouco mais de 15 pacientes, na sua maioria familiares dos colaboradores, padecendo principalmente de malária, gripe e diarreia.
“Nesta época de inverno, registamos muitos casos de gripe e malária entre os colaboradores, reformados, familiares e crianças com mais de cinco anos de idade”, apontou o médico, que recomenda os colaboradores que trabalham em turnos a terem cuidado com as baixas temperaturas que se fazem sentir na cidade e província de Maputo.
“Os colaboradores da Matola que observam o regime de turnos, porque as noites são frias, devem agasalhar-se convenientemente de modo a evitar gripes”.
 
O QUE DIZEM OS UTENTES
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Rosa Ester Manjate, reformada da empresa, elogiou a qualidade dos serviços prestados pelo posto médico da AdeM, referindo que “a administração pensou bem ao providenciar estes serviços. Ajudam os trabalhadores, familiares e a nós os reformados, pois deixámos de percorrer longas distâncias para termos acesso aos cuidados médicos”.
Ester Manjate sugere, por outro lado, a criação de condições para que a empresa tenha uma ambulância.
Por seu turno, Yara Tegane, utente do posto médico, afirma que os serviços prestados são de qualidade mas sugere que se reveja o horário de atendimento.
“Ficamos muito tempo à espera de sermos atendidos. Sempre que venho, sou atendida entre as 10 e 11 horas” .
 
RECOMENDA-SE PRÁTICA DESPORTIVA
No âmbito das acções para assegurar o bem-estar dos colaboradores, a empresa Águas da Região de Maputo tem proporcionado diversas actividades desportivas, com destaque para futebol salão (Futsal) e feiras da saúde com o objectivo de contribuir para a saúde dos profissionais da empresa.
Trata-se de eventos que constituem também um espaço de convivência, que incluem acções educativas e de prevenção de doenças, visando a melhoria da qualidade de vida dos colaboradores.
CONTROLO ANUAL DA PRÓSTATA
Em conversa com a nossa equipa de reportagem, o médico da empresa, Amâncio Pinto de Oliveira, frisou que a o cancro da próstata é um problema de saúde pública e recomenda os colaboradores da empresa Águas da Região de Maputo a fazerem consultas, no Serviço de Urologia do Hospital Central de Maputo.
O médico explicou que a doença é de evolução lenta e afecta maioritariamente homens maiores de 60 anos de idade e que quando detectado a tempo, o cancro da próstata tem tratamento curativo.
Segundo Amâncio Pinto de Oliveira, os sintomas do cancro da próstata incluem urinar com frequência, principalmente durante a noite, urinar em pequenas quantidades, dores e eliminação de sangue.

NO ÂMBITO DO PROJECTO DREAMPIPE II

DECORRE A GEOREFERENCIAÇÃO DE CLIENTES EM BOANE

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Arsénio Mate e Tomás Nkumbi
 
No distrito de Boane, província de Maputo, está em curso o processo de georeferenciação de clientes, com o objectivo de garantir a sua identificação, reduzir anomalias, o índice de perdas e aumentar a facturação.
Trata-se de uma iniciativa que já abrangeu mais de quinze mil e oitocentas instalações nos bairros Um, Dois, Três e Quatro, Soweto, Picoco 1 e 2, Gueguegue e Fiche, no âmbito de um projecto denominado Dreampipe.
 
PARTICIPAÇÃO DA AdeM NO CONCURSO
 
Através de convite feito pelo Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido ao Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, o Presidente do Conselho de Administração da empresa Águas da Região de Maputo (AdeM) incentivou os técnicos da empresa a participarem no concurso, desafiando particularmente os colaboradores Tomás Nkumbi e Arsénio Mate para a inscrição e submissão de um projecto.
Com base na análise dos documentos e do guião de preparação do projecto, os técnicos responderam positivamente, tendo escolhido Boane como o local de implementação do projecto, por ser considerada a zona mais crítica da área operacional da Matola em termos de perdas resultantes de água não facturada.
 
FASES E OBJECTIVOS DO PROJECTO
 
Dreampipe II é um concurso internacional lançado em 28 países para o financiamento de iniciativas de redução de água não facturada.
O projecto vai na sua segunda edição e faz parte de um programa quinquenal financiado pelo Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, visando estimular soluções inovadoras para os desafios relacionados com a água, saneamento, adaptação às mudanças climáticas e acesso à energia por parte de pessoas pobres.
No âmbito do projecto, estão previstas iniciativas visando a identificação e substituição de troços obsoletos, incluindo acessórios e a sensibilização da população para desencorajar práticas fraudulentas e vandalização de condutas.
Estão ainda previstas campanhas de combate às fugas, identificação de clientes ilegais, inspecções casa-a-casa para a remoção de ligações clandestinas, substituição de contadores avariados e a introdução de leituras por via de “Smart Phones”.

 

ÁREA OPERACIONAL DA MAXAQUENE

INOVAR PARA MELHOR SERVIR

 

 

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António Guiamba, Director da A.O de Maxaquene 

 

 

A área operacional da Maxaquene, pioneira na introdução da tecnologia “Smart Phone” para a leitura de contadores, quer melhorar a facturação e o nível de cobranças, num mercado cada vez mais exigente e com desafios no que diz respeito ao crescimento da capital do país, demanda de água e melhoria da qualidade de serviços.
A nossa equipa de reportagem esteve no terreno e entrevistou o Director da área operacional da Maxaquene, António Notiço Guiamba.
Na entrevista, António Guiamba aponta as prioridades e os desafios do dia-a-dia nesta área operacional, que abrange maioritariamente a zona de cimento da capital do país e com clientes exigentes, atentos e com conhecimento dos seus direitos como consumidores.
 
“Por esse motivo exige-se de nós uma forma de estar que permite que consigamos responder rapidamente a todas as inquietações ou solicitações dos clientes e prestarmos um serviço de qualidade.”
 
DCI- Como é que caracteriza a Área Operacional da Maxaquene e como têm sido a relação com os clientes?
 
AG- Área Operacional da Maxaquene, pela sua localização, possui clientes cientes dos seus direitos no que diz respeito ao abastecimento de água; são clientes atentos à necessidade de melhor o atendimento e, por esse motivo, a Área Operacional deve, de facto, prestar mais atenção, para responder a essas exigências. Devido a este cenário, os nossos colaboradores são sistematicamente chamados à atenção no sentido de trabalharem para a satisfação das necessidades dos nossos clientes.
Com a contribuição e pressão dos clientes resolvemos, muitas vezes, o problema de fugas e outras situações, principalmente porque temos uma equipa jovem comprometida com o trabalho e que conhece as suas obrigações.
 
DCI- E a relação com os clientes!
AG- A relação é boa; nós pautamos por uma postura em que nos colocamos à disposição do cliente para atendermos todas as suas necessidades ou inquietações, e de forma rápida. Convidamos os clientes e sentamos com eles, discutimos e esclarecemos diversas situações relativas ao abastecimento de água.
 
 
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DCI-Quais têm sido os constrangimentos do dia-a-dia?
AG- Os constrangimentos da Área Operacional da Maxaquene estão fundamentalmente relacionados com o tempo de distribuição de água nas zonas periurbanas de Maxaquene A e B bem como na Urbanização. Estes bairros registam mais constrangimentos no que diz respeito à disponibilidade da água.
Existem outros tipos de constrangimentos relacionados com as ligações directas, vandalização das instalações, principalmente nos bairros da Maxaquene A, B e C, Urbanização e Mafalala. Estas situações põem em causa aquilo que poderia ser o desempenho da Área Operacional da Maxaquene.
Além disso, a empresa, estando no mercado, enfrenta também os choques da conjuntura económica e financeira do país, traduzindo-se na morosidade ou na fraca capacidade dos nossos clientes em pagar as suas facturas. Continuamos a lutar para que este impacto seja mínimo na nossa actividade.
 
 
DCI- Que saídas a Área Operacional tem encontrado para convencer os clientes a pagar as suas facturas?
AG-O pagamento de facturas é uma actividade corrente, não só no que diz respeito à realização de campanhas de corte de água aos clientes, como também através dos nossos analistas de consumo, que vão fazendo a sensibilização dos clientes. No momento em que faz a entrega das facturas, o nosso analista dialoga com o cliente e o sensibiliza sobre vários aspectos, como a necessidade de pagar a tempo e hora a factura, comunicação sobre as fugas e a vandalização das instalações. Portanto, este trabalho é permanente, de tal forma que nos permitiu alcançar os resultados que hoje temos.
 
DCI- Que desafios a Área Operacional enfrenta?
AG- Os desafios são muitos! A empresa está, neste momento, a operar no limite da sua capacidade de produção. O número de clientes continua a crescer, como pode reparar, existem construções de prédios no centro da cidade, que obrigam, naturalmente, a fazer novas ligações, apesar do ponto de vista de capacidade, produção e distribuição não haver condições para aumentar.
Isto resulta em pressão que leva à redução do tempo de distribuição de água, porque o volume é o mesmo e os clientes estão a aumentar.
Temos também desafios relacionados com o crescente e aumento significativo de clientes suspensos decorrentes dos cortes por falta de pagamentos.
Como deve imaginar, uma das formas que nós temos para coagir o cliente a pagar é cortar o fornecimento de água. Mas antes de tomarmos esta medida, sensibilizamos os clientes para o cumprimento desta obrigatoriedade.
Como resultado da crise económica, tem crescido o número de clientes e de instituições públicas que sofrem cortes no fornecimento de água, pondo em causa a nossa carteira de clientes facturáveis e, consequentemente, reduzir aquilo que é nosso valor facturado.
Por outro lado, existem desafios no sentido de melhorarmos a nossa prestação por via da modernização dos processos. Estamos a falar da introdução de tecnologias que nos poderão permitir uma melhoria do processo de facturação e leitura.
Estamos a falar da implementação dos pré-pagos, que são mecanismos que, de certa forma trazem eficiência e sustentabilidade para a empresa.
 
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DCI-Como é que a Área Operacional da Maxaquene lida com as restrições em curso na empresa?
AG-Este é um problema da empresa no seu todo, não é somente da Área Operacional da Maxaquene, considerando que a questão das restrições está relacionada fundamentalmente com a redução do caudal da barragem e isto tem consequências no cliente final.
A área operacional em particular tem vindo a monitorar os bairros ou as zonas onde verifica-se uma redução da pressão ou da distribuição. Tem um exercício que visa garantir que todo cliente possa ter água, mesmo que o tempo de distribuição seja reduzido e, sendo necessário, aplica-se a distribuição faseada de modo a que todos os clientes tenham água; este é um exercício que é feito de forma permanente, não só feita pela Maxaquene, mas em todas áreas operacionais.
 
DCI -Quais são as perspectivas para este ano?
AG- Não restam dúvidas que a perspectiva é continuarmos a pautar por uma actuação em primeiro plano, de trabalho por equipa, para garantir que os desafios da área sejam alcançados no seu todo; movermos a área no seu todo e em todos os seguimentos, para garantir que todos os processos fluam da melhor forma possível e só isso poderá nos permitir um desempenho global.
Devemos entender que os projectos em carteira, fundamentalmente no que diz respeito à leitura por “Smart Phones, é uma tecnologia iniciada nas Áreas Operacionais da Maxaquene e Chamanculo, que vai nos permitir melhorar aquilo que é a taxa de leituras reais e, consequentemente, ao local de facturação.
Por outro lado, o projecto de instalação de contadores pré-pagos, prevista não só para Maxaquene mas em todas as áreas, vai também nos permitir melhorar a facturação, a cobrança e a sustentabilidade da empresa.

Em suma, os desafios são enormes, efectivamente estamos a pautar pela melhoria dos processos através da introdução de tecnologias no sector; e isto implica o envolvimento de todos os colaboradores.

 

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA SÁBIÈ

Com uma extensão aproximada de 95 quilómetros, a instalação da tubagem iniciou no ano passado e, até aqui, as obras foram executadas em cerca de 70 por cento.
O empreiteiro garantiu ao Ministro Carlos Bonete que os trabalhos “estão bem encaminhados”.
Entretanto, a construção da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Sábiè ainda não iniciou, esperando-se que as obras arranquem ainda no ano em curso, com a perspectiva de estar operacional em meados de 2018.
O projecto integral está orçado em 173 milhões de dólares, disponibilizados pelo Banco Mundial e 20 milhões de euros, concedidos pela Holanda. No mesmo pacote do projecto, consta, além da construção da Estação de Tratamento de água do Sábiè, de Centros Distribuidores em Matlemele, Matola-Gare e Guava.
Além de reforçar a capacidade de abastecimento de água a Maputo, que desde o ano passado é feito com dificuldades devido à fraca disponibilidade deste líquido no rio Umbelúzi, as obras de Corumana vão permitir a canalização de água a 625 mil pessoas, uma vez que serão feitas 125 mil novas ligações.

 VISITA ÀS OBRAS DE EMERGÊNCIA

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 O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hidricos visitou, antes de rumar a Corumana, as obras de emergência no âmbito da crise de água que se vive em Boane, Maputo e Matola, tendo sido informado que os trabalhos decorrem a bom ritmo.
Trata-se da reabilitação de 22 pequenos sistemas que haviam sido desactivados e abertura de 46 furos em diversos bairros de Maputo e Matola.
A abertura de furos, particularmente os três visitados pelo Ministro Bonete, decorre nas machambas de hortícolas no vale de Mulauze, que separa a capital do país da cidade da Matola. 
 

 

GOVERNO AVALIA RESTRIÇÕES DE ÁGUA NAS CIDADES DE MAPUTO, MATOLA E VILA DE BOANE

Ana Comoana
Ana Comoana, porta-voz do Conselho de Miniatros
 
As restrições no fornecimento de água às cidades de Maputo, Matola e a Vila de Boane, vão continuar nos próximos meses, devido aos baixos níveis de armazenamento do recurso na Barragem dos Pequenos Libombos.
O Conselho de Ministros avaliou, ontem (25.07.17) a situação do país e anunciou que a barragem dos Pequenos Libombos continua com baixos níveis de retenção.
Ana Comoana, porta-voz do Conselho de Ministros, afirmou que a Barragem dos Pequenos Libombos dispõe de apenas 25,5% da sua capacidade de armazenamento de água, que é de 400 milhões de metros cúbicos.
Face à esta situação, o Governo apela à população para continuar a racionalizar o uso da água, evitando o desperdício.
Adopção de medidas restritivas, que vigoram desde Janeiro 2016, foi a saída encontra pelo executivo para fazer face aos baixos índices de armazenamento de água na Barragem dos Pequenos Libombos.

COM A CONCLUSÃO DAS OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DO SÁBIÈ

SEISCENTAS MIL PESSOAS VÃO BENEFICIAR DE ÁGUA POTÁVEL

AGUA

Obras de construção das adutoras

 
Mais de seiscentas mil pessoas das cidades de Maputo, Matola e de zonas de expansão do distrito de Marracuene terão acesso à água potável a partir dos meados do próximo ano, na sequência da conclusão das obras de construção da estação de tratamento de água do Sábiè, na Moamba, província de Maputo.
A informação foi tornada pública durante a visita que o Ministro das Obras Publicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Martinho Bonete, efectuou no passado dia 14 de Julho ao projecto, situado a 140 km da cidade de Maputo.
A nossa equipa de reportagem soube, no local, que a conduta de água ligando a barragem de Corumana, na Moamba, ao Centro Distribuidor da Machava, na Matola, estará concluída até Dezembro próximo.
Está igualmente em perspectiva a criação de condições provisórias para o tratamento da água antes de ser bombeada para o Centro Distribuidor da Machava, a partir do qual vai entrar no circuito de distribuição.
A este propósito, o Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos esclareceu que “vamos usar módulos para irmos tratando a água que virá (da barragem) de Corumana, sempre tendo em atenção que a captação na Corumana não vai, por si só, exigir um tratamento tão profundo, e poderemos meter a água na rede usando outro tipo de tratamento que não é de emergência, mas é preliminar, enquanto não temos a estação de tratamento pronta” .
Esta solução, segundo o Ministro Carlos Bonete, vai durar enquanto não entrar em funcionamento a estação de Sábiè.

NA AdeM

HOMENS ACIMA DOS 40 ANOS DEVEM FAZER CONTROLO ANUAL DA PRÓSTATA

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Visita parcial dos presentes na palestra

A recomendação é do Dr. Amâncio Joaquim Pinto de Oliveira, Pós-Graduado em Urologia, feita durante uma palestra sobre o cancro da próstata, realizada em Junho último, envolvendo dezenas de colaboradores da empresa Águas da Região de Maputo.

A palestra, bastante concorrida, tinha como objectivos dar a conhecer aos colaboradores sobre doenças e sensibilizá-los para o diagnóstico precoce do cancro da próstata.

O médico da empresa frisou que o cancro da próstata é um problema de saúde pública e recomendou os colaboradores da empresa a fazerem consulta no Serviço de Urologia do Hospital Central de Maputo.

Durante a palestra, que teve também momentos de interacção com os colaboradores da AdeM, expondo dúvidas sobre a doença, o Dr. Amâncio Pinto de Oliveira explicou que a doença é de evolução lenta e afecta maioritariamente homens acima dos 60 anos de idade e que, quando detectada cedo tem tratamento curativo.

Sem avançar dados sobre a situação em Moçambique, o urologista disse que a nível mundial, o cancro da próstata é a segunda causa de mortes nos homens e afecta cerca de 1.1 milhão de pessoas.

Segundo o médico, os sintomas do cancro da próstata são a incapacidade em urinar, urinar com frequência, principalmente durante a noite, urinar em pequenas quantidades, dores ou incontinência e eliminação de sangue.

 

 

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